terça-feira, 14 de junho de 2016

Dicas de divulgação para autores #1

Vale a pena impulsionar publicações no facebook? 

E aí povo, tudo bem com vocês? 

Quem acompanha o blog há menos tempo, nem deve saber, mas quando eu iniciei o Profissão Escritor, eu postava aqui muitas dicas para novos escritores. Como eu estava começando também, eu achava legal dividir as minhas descobertas com os leitores. 

Mas com o passar do tempo, eu abandonei essas postagens. Mas foi sem querer. Quando eu vi, elas entraram em extinção. A última dica postada aqui tem mais de um ano, então imaginem... 

Hoje em dia, se eu ler uma postagem daquelas, eu quase infarto. Para mim, elas são pessimamente escritas. Mas não tirei elas do blog, pois ainda recebo feedback delas e o povo curte bastante. 

A postagem mais vista aqui no blog, é a postagem Como decidir o nome do meu livro , ela tem quase 10.000 visualizações. O que eu considero um número relativamente alto. Ela é a melhor postagem do blog? Com certeza não. Um dia talvez, eu reescreva-a, quem sabe? 

A segunda postagem mais vista também é de dicas. Assim como a terceira, a quarta, a quinta... 

Então eu pensei: Que tal voltar com essas postagens? 

Mas a verdade, é que para postar esse tipo de coisa, é preciso estar inspirado. E ter algo legal para dividir. 

E foi aí que a inspiração chegou. 

Para os desinformados, eu sou estudante de marketing. E estou fazendo uma matéria muito bacana chamada "Marketing Digital" . 

Então resolvi unir tudo e começar uma série de dicas de divulgação para novos autores. Não, eu não sou especialista. Eu também estou começando. E estou sempre aprendendo. 

Para iniciar essa série de postagem, resolvi começar pelas divulgações pagas no facebook. Será que esse tipo de estratégia vale a pena? 

Acho que todo autor sabe da importância de criar uma fanpage no Facebook. Confesso para vocês, que a minha não é tão utilizada. Se vocês olharem, o número de curtidas na minha fanpage é pequeno. E confesso, ainda não fiz nada para ver esse número crescer :P . Uso muito mais meu perfil pessoal do que a fanpage. Isso é o ideal? Talvez não. 
Mas o que acontece é que a maioria das pessoas, quando marca, marca meu perfil e não a fanpage. E eu uso muito mais o perfil. Mas aos poucos, estou tentando migrar para a fanpage. 

Para quem ainda não sabe, aqui vai uma informação: 
O facebook não mostra sua postagem a todas as pessoas que curtem sua página. Isso mesmo! Se você tem 5.000 curtidas na sua página, pode saber que não é todo mundo que fica conhecendo o que você postou. 

Geralmente, o facebook vai mostrar suas postagens para aqueles que mais acompanham sua página ou então para aqueles que selecionaram : "Mostrar todas as postagens" . 

Então como fazer para que aquela sua postagem super legal atinja um grande público? Simples! Basta impulsionar a publicação. 

Não vou colocar aqui o passo a passo, pois a intenção não é essa. E esse processo vocês encontram facilmente na internet. O intuito da postagem é falar sobre essa ferramenta e seus benefícios. 

Fazer esse impulsionamento é bem simples e barato ou caro, depende de você. 
Isso mesmo! O facebook não estipula um valor. Você é quem seleciona quanto deseja pagar. Claro, quanto maior o valor investido, maior o alcance da postagem. E o facebook vai te dando estatísticas do alcance das postagens com o valor selecionado. 

E vale a pena? 

Bem, darei um exemplo a vocês. 

Esta postagem, tem uma informação bem bacana. Nela, informei que meus livros estavam grátis na Amazon. A postagem foi atingida por 194 pessoas, duas pessoas curtiram a postagem, teve um comentário e um compartilhamento. 
Não é preciso dizer que isso são números mínimos. E olha que a postagem era de grande interesse, tanto que muitos e-books foram baixados neste dia. 

Agora vocês podem conferir, uma postagem que foi impulsionada. Ela atingiu 2.193 pessoas e teve 88 curtidas. O número não é tão grande assim, mas como eu disse, minha fanpage não é tão utilizada. Mas com certeza, os números são bem superiores a postagem acima. 


Outro ponto importante a ser destacado, é que eu não tenho 2.000 curtidas na página. Ou seja, o facebook não mostrou a postagem apenas para as pessoas que curtem a página. Selecionei também, para mostrar para os amigos dessas pessoas. 

E o valor investido, não foi alto. Paguei R$ 10,00 por essa postagem. Qual é pessoal, a gente gasta muito mais no café da tarde. 

Se você quer seguir a carreira literária, é interessante investir nela. 

A postagem acima, não foi a melhor a ser impulsionada, mas esse foi apenas um teste que eu queria fazer para mostrar a vocês. 

Postagens com alto poder de viralizar ou com uma informação ainda mais útil, com certeza dariam resultados melhores. 

Mas como eu disse, era apenas um teste. 

E sim, continuarei utilizando essa ferramenta. E indico a todos vocês. 

Quem está seguindo o caminho literário a mais tempo, já deve saber que divulgar é a parte mais difícil do trabalho. Então é preciso trabalhar e trabalhar muito. E investir também! 

E é isso pessoal. Aproveitem a dica, compartilhem com os amigos e acompanhem o blog para conferirem todas as dicas dessa pessoa. Estou aprendendo coisas muito legais no curso. 

Vocês já impulsionaram alguma publicação? Como foi o resultado? Me contem! 


Um beijão e até a próxima! 

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Confissões de uma garota excluída, mal-amada e (um pouco) dramática - Thalita Rebouças

E aí povo, tudo bem com vocês? 

Hoje estou aqui para mais uma resenha em parceria com a Editora Arqueiro. Vamos conferir? 


Título: Confissões de uma garota excluída, mal-amada e (um pouco) dramática
Autora: Thalita Rebouças
Editora: Arqueiro
Páginas: 272
SKOOB
Sinopse: Tetê acaba de se mudar com a família toda para Copacabana, no Rio de Janeiro, para a casa dos avós. O lindo e espaçoso apartamento da Barra da Tijuca em que morava teve que ser vendido, pois com a crise o pai foi demitido, e o resultado é que a vida dela virou de cabeça para baixo. Além de perder a privacidade, tendo que dividir o espaço com cinco parentes malucos que brigam o tempo todo, ela perdeu todas as suas referências. A única coisa que a deixa feliz é cozinhar. E, claro, comer as delícias que faz.
O lado bom foi se livrar do antigo colégio, no qual sofria bullying por causa de seu jeito peculiar. Sem contar sua desilusão amorosa... O problema é que ela está apavorada, porque agora tudo será novo e estranho, com o ensino médio, com a nova escola, e sem conhecer ninguém. E morre de medo de ser excluída ou de sofrer bullying novamente. Ela está bem mal, para dizer a verdade. Ou talvez seja um pouco de drama, porque já no primeiro dia as coisas parecem ser um pouco diferentes... Pelo jeito, tudo vai mudar, e para melhor.

Minha Opinião: Não é surpresa para ninguém que eu sou a louca das histórias adolescentes. Aliás, recentemente ganhei esse cargo do meu amigo Marcos, do blog Desbravador de Mundos, não é mesmo Marcos? 

Então assim que vi esse livro entre os lançamentos da Arqueiro, não tive dúvidas. Eu precisava lê-lo. E eu estava certa. 

CDUGEMAEUPD (quase um alfabeto inteiro) é narrado pela Têtê. Uma adolescente de 15 anos. Maluca. Abitolada. Louca. Doida varrida. Destrambelhada. Não que eu ache. Não que eu mesma pense isso. Essas são as palavras de sua mãe. 

Têtê ou Teanira é uma garota com uma aparência que foge um pouquinho dos padrões impostos pela sociedade. Ela está acima do peso, é bigoduda (segundo sua mãe), tem uma monocelha gigante, tem as penas e os sovacos cabeludos e não é lá muito fã de banho. Mas ela é limpinha. Juro para vocês. 

Por causa disso tudo, Têtê sofreu maus bocados em sua antiga escola. E agora, as aulas iniciarão novamente, mas em outro colégio. Mas ela tem certeza de que nada mudará. Afinal, ela ainda é a doida varrida, peluda e tímida. E não mudará, afinal essa coisa de depilação é meio machista não é? 

Acontece que nem tudo será como Têtê esperava. Talvez haja esperança nesta nova escola. Já que no primeiro dia, Têtê faz DOIS amigos. O que é mais do que ela já teve durante toda a vida. 


Com essa premissa super clichê, mas ainda assim gostosa de ler, Thalita nos leva novamente para o ensino médio. Para os tempos onde sofríamos porque usávamos aparelho dentário, porque gostávamos de ler, por N fatores. É uma delícia acompanhar Têtê nesta nova escola e em suas descobertas. 

Apesar do tema abordado ser pesado, afinal bulliyng é coisa séria, esse livro foi escrito pela Thalita, então é claro que começamos a rir na primeira página e só terminamos quando fechamos o livro. Só se você não tiver amor no coração para não rir. 

Têtê é uma garotinha muito gente fina. E é hilário acompanhar seus pensamentos. Indecisa? Neurótica? Exagerada? Magiiiiiiiina. Mas ela tem 15 anos, então devemos levar tudo isso em consideração. 

É bem verdade que Têtê sofre algumas mudanças físicas durante as páginas. Mudanças que talvez possam incomodar algumas pessoas "aquele velho clichê de tira o óculos, corta o cabelo e vira linda". Também me irritaria com isso se não tivesse concluído todas as páginas. Na verdade, as maiores mudanças, aconteceram de dentro para fora. Teanira já era uma menina linda (ok, linda não, mas bonitinha) e assim ela continuou. Só que agora, acreditando nisso. 

Sim, é claro. O livro tem lá seu lado futilidade bafônica. Mas qual é galera, lembrem dos seus 15 anos. Não tinha nada de fútil não? Pois minha adolescencia foi regada a fofocas, beijos, meninos, rivais e afins da vida. Talvez seja por isso que eu curta a Thalita até hoje. Exagerada? Forçada? Pode ser. Mas quando a gente é adolescente, tudo não é um drama? 

Então por tudo isso, eu indico sim esse livro. Tenho certeza de que pelo menos boas risadas você dará. 

Sem falar que a edição é a coisa mais linda do universo. Essa capa é tudo de bom, a diagramação está linda e uma gostosura de se ler. E essa editora linda me enviou tantos mimos, que eu já fiquei maluca. Bitolada. Alucinada. Apaixonada. 

E é isso meu povo. Espero que vocês tenham a oportunidade de ler, e caso não se interessem, cogitem a possibilidade de presentear os mais novinhos. Tenho certeza de que esse livro renderá uma leitura muito agradável. 

E você, já leu o livro? Ficou curioso? Me conte! 

Um beijão e até a próxima! 

domingo, 12 de junho de 2016

Bolinho de Milho sem glúten e sem lactose (assado)

E aí povo, tudo bem com vocês? 

Como é que estão curtindo o dia dos namorados? Estão sozinhos? Não fiquem tristes! 

Que tal aproveitar o domingo para fazer uma receita bem bacana? Afinal, nada de ficar pra baixo, faça um café, um bolinho, pegue um bom livro e se divirta! 

E para ajudar vocês, trago uma receitinha super simples. Acompanhem! 


Grau de dificuldade: Fácil
Rendimento: Aproximadamente 12 bolinhos
Tempo de preparo: 30 min
Receita de Rodrigo Fell Grings (meu marido kkk)

Ingredientes:
*Uma xícara e meia de farinha de milho fina;
*Uma xícara e meia de polvilho doce;
*Dois ovos;
*Uma pitada de sal;
*4 colheres de sopa de açúcar;
*Água morna para dar o ponto;
*1 colher e meia de fermento em pó químico.

Modo de preparo:
* Misture em uma tigela a farinha de milho, o polvilho, os ovos, o fermento, o sal e o açúcar;
* Após adicione a água aos poucos até obter uma massa homogênea semelhante a um bolo comum (preferencialmente, bater em batedeira);
*Leve os bolinhos para assar em forma previamente untada com óleo de soja, durante +/- 15 minutos em forno pré aquecido a 200ºc ou até que os mesmos fiquem dourados.

É fácil ou não é? 

Você gostou da receita? Faça e depois me conte o que achou. E claro, compartilhe essa receita com os seus amigos. Afinal namorado não é todo mundo que tem, mas fome todos nós sentimos :) 

Um beijão e até a próxima! 

sábado, 11 de junho de 2016

5 histórias que provam que é melhor não se apaixonar

E aí povo, tudo bem com vocês? Hoje estou aqui para uma postagem bem bacana. 

Dia desses, postei aqui Histórias românticas para curtir e presentear no dia dos namorados. Foi uma postagem bem bacana de fazer e eu adorei. 

Aí resolvi fazer algo diferente agora. 

Selecionei algumas histórias que provam que é melhor não encontrar a paixão. 

Então você aí que vai curtir o dia dos namorados sozinho, não fique triste. Às vezes é melhor não se apaixonar. E essas 5 histórias provam isso. 

Basta clicar no título da obra, para conferir a minha opinião sobre cada uma dessas obras. 










E é isso galera. Vocês já leram algum desses livros? Gostariam de conhecer? Me contem! 

E se você vai curtir o dia 12 sozinho ou tem um amigo que vai, que tal compartilhar essas histórias com ele? Assim ninguém fica triste! 

Um beijão e até a próxima!

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Meus amores #1 Mãos de bailarina

"Meu 'primeiro' amor foi platônico. Coloquei as aspas porque o primeiro amor de verdade, só veio muitos anos depois. 

Mas minha primeira paixonite aconteceu quando eu tinha apenas 5 anos. Eu sei, eu sei. Um pouco precoce. Mas quem nasce para o amor, já começa assim, se apaixonando cedo. 

E ele era tão lindo. Moreno, alto, inteligente, forte, simpático... Ok, ok. Como é que um menino de 5 anos podia ser tudo isso? Bem, na minha imaginação ele era. 

Mas no auge dos meus 5 anos, eu não era a sedução em pessoa (ainda bem, que bom, já que eu era só uma garotinha). Eu era uma menina baixinha, tímida, aluna nova. Como é que eu poderia fazer para chamar a atenção do coleguinha?  

Passei uma semana inteira com mão de bailarina. Durante uma semana, fui para a escola assim. 



Eu não era bailarina. Embora tenha virado pouco tempo depois. Mas eu pensava que ser bailarina, era melhor do que ser apenas mais uma garota tímida na escola. 

Ele não se apaixonou. Fato! Mas pelo menos puxou papo . Tudo bem, ele só queria saber se eu tinha algum problema nas minhas mãos para ficar daquele jeito o tempo todo. 

"Problema nenhum seu otário." eu deveria ter dito isso. Mas não disse. Eu nem conhecia essa palavra ainda. 

Então apenas expliquei a ele que aquilo era uma mão de bailarina. 

Não preciso dizer que o relacionamento não vingou não é mesmo? 

Tempos atrás, eu o vi por aí. Desta vez, eu bem tentei seduzi-lo com o meu sorriso. 

Não funcionou! 

E para quem ficou curioso, no final eu estava certa. 

Aquele garotinho se tornou um homem lindo, alto, moreno, forte e... casado. " 

Gislaine Oliveira 

E o que nós aprendemos hoje povo? Seja sempre você mesmo. Ou você pode acabar com câimbras nas mãos. 

Me conte, como foi o seu primeiro "amor" ? 

quinta-feira, 9 de junho de 2016

A História de Nós Dois - Dani Atkins

E aí povo, tudo bem com vocês? 

Hoje eu estou aqui para mais uma resenha em parceria com a Editora Arqueiro. Bora conferir? 


Título: A História de Nós Dois
Autora: Dani Atkins
Editora: Arqueiro
Páginas: 352
Skoob
Sinopse: Emma tem 27 anos, é linda e inteligente e vive cercada de pessoas que ama. Prestes a se casar com Richard, seu namorado desde a época de escola, ela não poderia estar mais empolgada. 
Mas o que deveria ser o momento mais feliz de sua vida de repente vira uma tragédia. Emma sofre um acidente e é salva por um estranho minutos antes que o carro em que ela viajava explodisse. 
Abalada, ela decide adiar o casamento. E nesse meio-tempo descobre segredos que a fazem questionar as pessoas nas quais sempre confiara a ponto de duvidar se deve se casar afinal. 
Para complicar, ela se sente cada vez mais ligada a Jack, o homem que a salvou e que não sai da sua cabeça. Jack é lindo, gentil e divertido, de um jeito diferente de todos que ela já conheceu. Por outro lado, é Richard quem ela sempre amou... 
Uma mulher, dois homens, tantos destinos possíveis. Como essa história vai terminar?



Minha Opinião: Vocês já se arrependeram de querer ler um livro? Pois eu já! 

Quando eu vi essa capa maravilhosa, eu me senti na obrigação de ler. Tudo bem, eu não tinha curtido muito o livro anterior da autora (Uma Curva no Tempo), mas todo mundo merece uma segunda chance, certo? Errado! 

Não sei porque deuses, pensei que esse livro seria diferente e me agradaria. Afinal ele tem tantas semelhanças com UCNT e muitas aparecem já na sinopse. 

Temos uma mulher que foi salva de um acidente de carro? Sim! 
Essa mulher fica com uma cicatriz no rosto? Sim! 
Essa mulher tem um noivo/namorado que ela ama e depois ela descobre que não o ama tanto assim? Sim! 
Ela descobre que esse noivo/namorado é meio cafajeste? Sim! 
Ela tem uma amiga vista como "piriguete"? Sim! 
Um de seus pais está doente? Sim! 
Um(a) grande amigo(a) morre? Sim!
Ela se afastou da cidade, mas teve que voltar para a terra natal? Sim! 

Pôxa Dani, assim fica difícil te defender amiga. Vamos soltar a imaginação da próxima vez, ok? 

Quando me dei conta dessas semelhanças, fiquei: "Meus deuses, o que eu fiz?" , mas resolvi seguir a leitura. Afinal, muitos livros possuem propostas semelhantes, mas desenvolvimentos completamente diferentes. Não tenho certeza se isso de fato aconteceu aqui. 

A História de Nós Dois é narrado pela Emma, uma mulher de 27 anos que precisou retornar a sua cidade pois sua mãe está com Alzheimer. Aliás, esse é um ponto bem interessante da trama. Gostei de ver a doença sendo levantada. Embora tenha sentido muita raiva de Emma e de tudo o que ela queria fazer a sua mãe doente (internar, colocar em um asilo,...) 

Assim que ela volta, resolve reatar com seu ex namorado. E em poucos meses, eles estão noivos. E claro, antes do casamento, todos precisam sair para comemorar o fim da vida poligâmica não é mesmo? 

E é depois da despedida de solteiro que Emma e suas duas melhores amigas Amy e Carolina se acidentam. 

Carolina e Emma são resgatadas por um homem misterioso. Mas a pobre Amy morre. 

Quando você salva a vida de alguém, você se torna responsável por ela não é mesmo? Então é lógico que só por isso, o cara lá misterioso começa a seguir a Emma. Só que não né gente. A Carol ele nem lembra quem é. 

E claro, a Emma fica toda balançada com esse seu herói. Quem não né? 

E é aí que a história se desenvolve. Vamos para o velho, cansativo, inútil e previsível triângulo amoroso¹. E agora, com quem Emma ficará?

Apesar do enredo pra lá de clichê não foi isso que realmente me incomodou. 

A Emma é uma personagem extremamente irritante. Galera, eu até entendo uma adolescente dizendo "Ô, ele me olha e não sei o motivo de seu interesse..." , mas uma mulher barbada e experiente, eu não aceito. Vá se catar Emma. Tudo estava ali na sua cara o tempo todo e você fingia não ver. Tinha medo de que alguém lesse seu livro é isso? Sem falar que ela tem umas atitudes bem ruins e não é nada coerente. 

O tal herói misterioso também não é nada legal. Sabe quando um autor coloca todos as características boas em um personagem? Então! Acontece que isso não funciona. os autores precisam entender isso. E isso é tão verdade, que hora ou outra o personagem desliza. Como acontece em um trecho bem interessante, onde o herói e Emma estão quase lá e ele pergunta se ela tem certeza. Pois depois que ele começar, ele não vai parar, ela não poderá mais desistir. Galera, vamos deixar claro, que: Se uma mulher estiver transando com um cara e ela pedir para parar e ele não aceitar, ó a surpresa: É estupro. Então vamos parar de romantizar essas coisas galera. Sem falar que as frases que ele usa, que deveriam ser de efeito, são pra lá de clichês. 

Do tal triângulo, o único personagem que me cativou foi o noivo de Emma. Ele não é perfeito. Ele é bom, educado, a ama, cuida dos pais dela, é carinhoso, mas claro, também erra. Mas sem dúvidas, é o personagem mais apaixonante e verdadeiro dessas páginas todas. 

Ainda posso citar outros pontos negativos, como os estereótipos femininos, os maus exemplos, como dirigir embriagado e transar sem proteção com uma pessoa desconhecida, o velho clichê das revelações em sonhos², o velho costume de fazer um personagem comprar e declarar amor ao outro através de dinheiro, casas, carros, viagens e a preocupação incessante de destacar durante a narrativa que aquilo não é machista. Quando claramente é. Se não fosse, não seria necessário ressaltar isso. A narrativa é cansativa, a trama é enrolada e o final desnecessário e injusto.

Enfim, são inúmeros pontos que me fazem não querer indicar essa obra. Mas se tem uma coisa que eu aprendi com esses anos de blogueira, é que gosto é gosto, opinião é opinião e cada um tem a sua. Que bom! Então se você tem interesse, vá em frente e tenha sua própria experiência pessoal. 




Se você, de alguma forma, ficou ofendido com a minha opinião peço desculpas. E indico que leia ESTA postagem.

¹- Eu adoro um triângulo, mas apenas quando ele é real e ambas as partes estão em igualdade. Essa coisa do cara bom e do cara mal não rola pra mim. 
² - "Ah, mas você tem um livro em que a menina sonha com o futuro. " Sim, tenho, mas uma coisa nada tem relação com a outra. A Rita realmente sonha com o futuro. Estou falando que aqui, a pessoa tem um sonho qualquer e através dele desconfia e descobre as verdades. Avá!!!!!!

E é isso meu povo. Alguém já leu o livro? Concordam? Discordam? Me contem! 

Um beijão e até a próxima! 

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Eu me perdoo

A gente precisa se perdoar... 


"Perdoar é uma coisa tão difícil não é? 
Mas descobri recentemente que perdoar o outro, é relativamente fácil. 
Difícil é perdoar a si mesmo. 
Perdoar o ex, a amiga, os pais pode ser complicado. Afinal, nós os amamos (ou amávamos) e não imaginávamos que eles poderiam nos magoar. 
Mas com o passar do tempo, a gente descobre que é assim mesmo. Que as coisas vem e vão, pessoas passam, pessoas ficam, pessoas somem. 
Claro, às vezes esse tempo demora muito. 
Mas ele chega. 
Agora difícil mesmo é perdoar nossos próprios erros. É perdoar os nossos defeitos, aceitar as nossas falhas. 
É difícil se perdoar quando você percebe que afastou o outro. 
Quando percebe que poderia ter feito mais, mas não fez. 
Difícil é se perdoar quando você deveria ter se doado mais, mas não doou. Quando descobre que não lutou com todas as armas que tinha. 
Por muito tempo, eu carreguei essa enorme culpa. Por muito tempo, pensei que jamais poderia ser feliz. Como eu ousava ser feliz com outro, se te fiz infeliz por tanto tempo? Como eu poderia doar para outro, o que eu não doei para você? Como eu poderia ser tão egoísta? 
Mas enfim eu entendi. 
E me perdoei. 
Eu cometi muitos erros. 
Muitos! 
Mas era o melhor que eu poderia fazer. 
E eu tentei dar mais. 
Tentei corrigir as falhas. 
Lutei para me redimir. 
Mas eu não precisava me desculpar com você. 
Você já tinha me perdoado.
Assim como eu também te perdoei. " Gislaine Oliveira 

E você, já se perdoou?